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sábado, 28 de fevereiro de 2009

América Latina séc. XX

  • até a década de 1930: oligarquias; sistema liberal agro-exportador; crise do modelo: Crise de 1929
  • entre 1940-1950: populismo; modernização nacionalista; crise do modelo: Guerra Fria
  • de 1960 a 1970: regimes militares; nacionalismo ou liberalismo; crise do modelo: Fim da Guerra Fria
  • anos 1980: redemocratização; neoliberalismo

MÉXICO

século XIX: instabilidade

Benito Juarez fuzila Maximiliano III; sucede Porfírio Diaz (1876-1910): porfiriato modernização dependente dos Estados Unidos: refinarias de petróleo, ferrovias norte-americanos; processo de centralização: desarmamento dos caudilhos; concentração fundiária (expulsão dos camponeses do regime de ejidos);

eleições de 1910

Candidatura a reeleição, pela sexta vez, de Porfírio Diaz; contestação generalizada do regime: elite liberal:transformação política; camponeses: terra

Revolução Mexicana

1910: Francisco Madero: candidato de oposição é preso e foge para os Estados Unidos, lança o Manifesto de San Juan de Potosí: conclamação à revolução; Porfírio é reeleito, mas renuncia diante os manifestos. Madero retorna, assume e governa até 1913, mas a instabilidade subsiste por conta da questão fundiária: armamento dos camponeses.

1913: Huerta (porfiriato) toma o poder e fuzila Madero.

Revolução Campesina: norte: Pancho Villa: bandoleiro que rouba americanos; sul: Emiliano Zapata: pequeno proprietário - tomada da capital

presidente: Venustiano Carranza 1915-1919: Assembléia Constituinte, 1917

  • leis trabalhista,
  • nacionalização do subsolo,
  • reforma agrária etc.

Álvaro Obregon: refluxo revolucionário (desmobilização militar; eliminação das lideranças populares)

Calles (maximato) Partido da Revolução Nacional, PRN - vira PRI; dura até 1930; participação sindical, cooptação dos sindicatos

Lázaro Cárdenas 1934-1940

Retomada das promessas da revolução: governo itinerante. Possuía amplo apoio dos sindicatos. Nacionalizações: março de 1938, nacionalização de toda a indústria petrolífera: Roosevelt: panos quentes. Vira PEMEX. Reforma agrária: mais do que na Revolução Mexicana. Frida Kalo, Diego Rivera: modernismo: Muralismo, legitimação da Revolução: do povo, pelo povo, para o povo. Política Externa independente. PRI dura até 2000: Vicente Fox.

 
ARGENTINA

século XIX

Urbanização, atração de imigrantes, modernização industrial. Movimento anti-oligárquico. Dependência da Grã-Bretanha e não dos Estados Unidos. Lei Sans Peña, 1912, representação urbana nas eleições. Hipólito Yrigojen é eleito em 1916

 

década de 1930 e 1940

Crise de 1929 e II Guerra Mundial. Influência modernizadora e autoritária nas Forças Armadas. GOU: Grupo dos Oficiais Unidos. Golpe no início dos anos 1940. Perón: ministro do trabalho,popularidade, prisão. É eleito em 1945. Justicialismo, 1945-1955. Conjuntura internacional: enquadramento da Argentina pelo germanismo. Radicalização popular: peronismo nunca vence em Buenos Aires. Evita morre. Golpe em 1955. Duas décadas de instabilidade política.

 
 entre 1955 a 1973

No Brasil, havia um consenso desenvolvimentista. Frondizi, 1959-1963, Acordos de Uruguaiana: derrubado pelo governo militar, que não se mantém.

1973

Retorno de Perón. Isabelita, dançarina, vice-presidente. Perón morre em 1974. Golpe militar em 1976.

1976-1982

1978, Copa. 1982, Malvinas. Redemocratização com acerto de contas. Governo Alfonsín, instabilidade. Lei do Ponto Final, 1985: anistia.

Descolonização

antecedentes:

  • guerras mundiais (decadência econômica da Europa; colonos também lutam: não são inferiores)
  • bipolaridade (autodeterminação dos povos: Wilson, Lênin)
  • nacionalismos afro-asiáticos (elite local que vai estudar na Europa)
  • ONU (aumentar o número de Estados-membros: maior legitimidade: única coisa pra se fazer)

Dag Hammarskjöld morre, em 1962, em missão, sobrevoando o Congo belga.

embasamento teórico:

Albert Memmi (década de 1970, inter-relação entre colonizador e colonizado);

Franz Fanon (década de 1960, antecipação da violência no processo de descolonização).

Conferência de Bandung, 1955

terceiro mundismo

Conferência de Belgrado, 1961

movimento dos não-alinhados

1957-1963 -- independência de quase toda a África:

Ano da África: 1960

reação das metrópoles:

  1. pacifista: Reino Unido: give to keep;
  2. violenta: França
  3. tardia: Angola, Moçambique, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor

Revolução dos Cravos

oficiais insatisfeitos com a guerra na

África;

transição: governo de esquerda (Mário Soares)

Angola: guerra civil

MPLA

URSS

Cuba

UNITA

EUA

África do Sul

Moçambique: guerra civil

FRELIMO

URSS

Cuba

RENAMO

EUA

África do Sul

Índia

noroeste e nordeste: muçulmanos

desobediência civil

Gandhi: líder dos hindus

CNI: Congresso Nacional Indiano x Liga Muçulmana

Jawarlahal Nehru: Índia unida x Ali Jinna: partição

independência da Índia: 1947

Indochina

1956 divisão em quatro países (Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos, Camboja)

movimento nacionalista (marxista)

Vietmihn

  • expulsão dos japoneses 1940-1945;
  • guerra contra a França, 1946-1954 Conferência de Genebra;
  • Guerra do Vietnã, 1964-1975

Argélia

1962

600 mil franceses na Argélia:

Pieds Noirs

colapso da IV República: aclamação de Charles de Gaulle

Guerra Fria

 

  1. Fase clássica, fim da II Guerra até 1955; Bandung
  2. Coexistência Pacífica, 1955-1960;

    (Kennedy: Invasão da Baía dos Porcos, Crise dos Mísseis, 1961-1963)

  3. Détente, 1963-1979;
  4. 2ª Guerra Fria, 1979-1989

1.

Crise de Berlim: termina em 1949

OTAN, 1948

  • remilitarização da Europa;
  • URSS: 4 mi de soldados na Europa, desenvolve a bomba atômica em 1949;
  • independência da Alemanha;
  • Revolução China

Guerra da Coréia:

  • URSS fora do Conselho de Segurança em protesto pela reconhecimento de Formosa no Conselho;
  • Envio de tropas da ONU;
  • Entrada da China.

Caça às Bruxas:

macarthismo;

deslegitimação do Partido Democrata;

histeria anticomunista;

Eisenhower.

Stalin morre em 1953

Relatório Krushov: desestalinização, 1955

Hungria, em 1956, anuncia a saída do bloco soviético, é ocupada pela URSS;

Crise de Suez,1956, intervenção da França, Israel e Reino Unido no Egito.

Reconhecimento de áreas de influência; a disputa se dá em outras áreas

Crise dos Mísseis:

política externa equivocada de Kennedy leva Cuba para o lado socialista;

Crise dos Mísseis:

EUA, comprometem-se a retirar mísseis da Turquia e manutenção do status de Cuba;

"Paz improvável, guerra impossível" R. Aron

"Equilíbrio do Terror"

ENFRAQUECIMENTO RELATIVO DOS ESTADOS UNIDOS

Détente (1962 - 1979)

tensões geopolíticas minimizadas e concertação e, em outras áreas menos sensíveis, cooperação

  • ONU;
  • Meio ambiente;
  • Cultura;
  • Técnico científico;
  • Esportivo.
  • SALT I , II;
  • Tratado de Moscou;
  • Telefone Vermelho. 
  • Tensões:
    • Guerra do Vietnã, 1964-1975;
    • Primavera de Praga, 1968;
    • Ruptura Sino-soviética, 1961:
      • II Plano Qüinqüenal chinês,
      • desestalinização,
      • programa nuclear chinês,
      • tensões sino-indianas. 

Kissinger

realismo clássico,

Diplomacia Triangular:

  • aproximação dos Estados Unidos com a China;
  • Nixon visita à China, 1972;
  • retorno da China ao CS, 1974.

Guerra do Vietnã:

  • Vietnã do Norte: Viet Mihn;
  • Vietnã do Sul: Ditadura Católica;
  • 1964: Golfo de Tolkin.

Contracultura, 1968

  • paradoxalmente, vence o conservador Nixon;
  • a maioria silenciosa;
  • Doutrina Nixon: vietnamização do conflito: saída honrosa;

Governo Ford, 1974

  • Renúncia de Nixon,
  • anistia a Nixon,
  • retirada do Vietnã, 1975.

Jimmy Carter, 1977

  • Revolução Sandinista, 1979;
  • Revolução Iraniana, 1979;
  • Invasão do Afeganistão.

Ronald Reagan, 1981 - 1989

  • cruzada contra o império do mal;
  • keynesianismo militar;
  • corrida armamentista;
  • Guerra nas Estrelas;
  • Contra, Nicarágua, terrorismo dos EUA;
  • El Salvador, intervenção direta dos EUA;
  • Granada, 13 freiras;
  • reação latino-americana: Grupo da Contadora

Grupo de Contadora (México, Colômbia, Venezuela e Panamá) e o Grupo de Apoio a Contadora (Argentina, Brasil, Peru e Uruguai), com o nome de "Grupo dos Oito"; em 1990, adotou o nome "Grupo do Rio

Reformas na União Soviética

transparência: Glasnost;

transformação: Perestroika.

dissidências: 1981, Polônia

Bush

invasão do Panamá

prisão de Noriega

II Guerra Mundial

  1. Drôle de Guerre (Sitzkrieg):
    1. Alemanha na ofensiva oriental,
    2. França: Linha Maginot,
    3. Inglaterra: até 1940: esperança de conciliação
    4. Avanço do Eixo (alianças)
      1. Alemanha e Itália
      2. Alemanha e Japão (Pacto Anti-Comintern)
      3. Itália e Japão

         Alemanha:

         Invasão da Polônia;

      4. Invasão da Tcheco-eslováquia;
      5. Invasão da Iugoslávia;
      6. Invasão do Leste europeu;
      7. Invasão da Dinamarca e Noruega;
      8. Ocupação da França (República de Vichy);
      9. Ocupação do Norte da África (Rommel) 
      10. Fechamento da Europa: apenas a Inglaterra

        continua na Guerra.

      11. Batalha da Inglaterra (Luftwaffe x RAF).

         Japão:

      12. Manchúria, Coréia, Indochina, Malásia, Indonésia, Ilhas do Pacífico;
      13. Estados Unidos: embargo do petróleo;
      14. Almirante Tojo: ataque a Pearl Harbour

        07 de dezembro de 1941: EUA entram em guerra contra o Japão.

      15. Dois dias depois, a Alemanha declara guerra aos Estados Unidos 

        Itália:

         Hahahaha

      16. Etiópia.

Alemanha:

Operação Barbarossa, 22 de junho de 1941

Japão:

Pearl Harbour, 07 de dezembro de 1941

Itália:

Invasão da Grécia: derrota do Eixo e via de entrada

para o Continente

A virada:

Pearl Harbour

Barbarossa

(batalhas)

Europa:

Stalingrado,

Dia "D": Desembarque da Normandia. 6 de junho de 1944

Segunda frente na Europa: suicídio, mas promessa a Stalin

África:

El Alamein

Ásia:

Midway,

Mar do Coral

Bomba atômica:

evitar a invasão por terra

evitar a divisão do Japão pela URSS

demonstrar o poder

Conferências para o pós-Guerra

Conferência de Teerã

Segundo Fronte 

Dumbarton Oaks

Sistema ONU 

Bretton Woods

sistema econômico internacional

FMI

BIRD

OIC (projeto, GATT) 

Conferência de Yalta

Áreas de influência

"Cortina de Ferro" 

Conferência de São Francisco

Criação da ONU 

Conferência de Potsdam

Truman, Atlee, Stalin 

Guerra Fria

O Longo Telegrama, Kennan

vira doutrina

Doutrina Truman

doutrina de contenção

início das hostilidades: Crise de Berlin, 1948

Jânio Quadros

PEI

  1. Afonso Arinos;
  2. San Tiago Dantas;
  3. Araujo Castro

     
     

F. Affairs, 1961

artigo de Jânio Quadros

Santiago Dantas: A Política Externa Independente

Araujo Castro: 1963: Discurso dos 3 Ds.

Afonso Arinos:

Africanismo: Périplo africano

 
 

PEI

  • universalismo
  • independência
  • autonomia

     
     

  • Afonso Arinos;
  • San Tiago Dantas;
    • abstenção do Brasil na votação para expulsar Cuba da OEA
  • Araujo Castro;
    • Discurso dos 3 Ds na Assembléia Geral da ONU, 1963

       
       

  • condecoração de Che Guevara, 1961;
  • abstenção do Brasil na votação de expulsão de Cuba da OEA;
  • condenação ao colonialismo, frágil pelo apoio a Portugal;
  • Aliança Para o Progresso, Kennedy, Cuba;

Abdicação de Jânio, em agosto de 1961

  • iminência de guerra civil
  • solução de compromisso: parlamentarismo: 1961-1963
  • plebiscito: retorno ao presidencialismo
  • nacionalizações (Light)
  • Eletrobrás é criada
  • Lei de Remessas de Lucros
  • Reformas de Base
    • urbana
    • educacional
    • financeira
    • agrária

a favor de João Goulart

  • marinheiros
  • sindicatos
  • estudantes
  • Ligas Camponesas
  • PTB
  • PCB
  • ISEB

contra João Goulart

  • Igreja
  • UDN
  • alta burguesia
  • cúpula militar
  • camadas média
  • CIA
  • latifundiários
  • IPES - Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais
  • IBAD - Instituto Brasileiro de Ação Democrática

Comício da Central do Brasil

Marcha com Deus...

apoio de João Goulart à greve dos marinheiros

 
 

 
 

31 de março de 1964, deposição de João Goulart

AI - vigor imediato, sem aprovação

prévia do parlamento

AI 2 - bipartidarismo

AI 3 - eleições indiretas

Constituição de 1967:

  • centralização
  • hipertrofia do Executivo
  • incorporação dos atos institucionais

Passo Fora da Cadência: Diplomacia dos Círculos Concêntricos

1964-1967: Castelo Branco

1967-1969: Costa e Silva

1969-1974: Médici

1974-1979: Geisel

1979-1985: Figueiredo

 
 

PAEG: Plano de Ação Econômica do Governo

Banco Central

Plano de saneamento

 
 

PEB

Castello Branco, 1964-1967

chanceler: Vasco Leitão da Cunha, Juracy Magalhães "o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil"

Diplomacia dos círculos concêntricos: "Passo fora da cadência"

  • Envio de tropas à República Dominicana, pela OEA, 1965
  • ruptura de relações diplomáticas com Cuba
  • Venezuela rompe relações diplomáticas com o Brasil (por ser ditadura)
  • revogação da Lei de Remessa de Lucros

 
 

cooperação bilateral

  • financeira (criação do BC)
  • educacional (MEC/USAID) sistema universitário de créditos
  • saúde (BEMFAM, Clube de Roma, neo-malthusianos, esterilização em massa, mal-sucedido, Odair José

 
 

Estopim para o AI-5: recusa do Congresso para processar o deputado Marcio Moreira Alves, por conta de discurso ofensivo aos militares.

AI-5

  • fecha o Congresso
  • cassa mandatos
  • banimento por 10 anos
  • fim do habeas corpus para crimes políticos
  • censura prévia
  • poderes legislativos ao Executivo

     
     

  • luta armada como alternativa de oposição
    • Araguaia
    • VPR
    • MR-8

     
     

Governo Médici, 1969-1974

  • descentralização do aparato repressivo
    • CIE
    • Cenimar
    • DOI-CODI
  • erradicação da oposição armada
  • Copa de 1970
  • Milagre Econômico
    • gasto do governo
    • petróleo barato
    • arrocho salarial
    • Roberto Campos: legitimação pela eficácia
    • choque do petróleo (Yom Kippur, 1973)

 
 

Governo Geisel

  • crescimento do MDB
  • Abertura lenta gradual e segura
  • repressão aos excessos
  • exoneração do II Comandante do Exército
  • exoneração do ministro do Exército (Sylvio Frota)
  • Lei Falcão: propaganda política eleitoral
  • Pacote de Abril (Geisel fecha o Congresso e aprova reformas)
    • Senador Biônico 2/3
    • mudança da proporcionalidade da representação eleitoral dos estados
    • eleições indiretas para governador
    • aumento do mandato do presidente para 6 anos
    • cassação de parlamentares
  • revogação do AI-5
  • Fazenda: Mário Henrique Simonsen; continuação do crescimento
    • II PND, gastos públicos: ênfase: energia
      • Itaipu
      • Pró-álcool
      • Angra
  • Chanceler: Azeredo da Silveira: Pragmatismo Responsável e Ecumênico
    • é a PEI no novo contexto mundial
    • sem ideologias
    • novos parceiros: Japão, Alemanha, China, Oriente Médio, África (MPLA)
    • tensões com os Estados Unidos: ruptura do acordo nuclear com os EUA, Westinghouse.
    • 1977: Jimmy Carter: Direitos Humanos: Brasil, direitos humanos e meio-ambiente: soberanista. Denúncia dos acordos militares de 1952 com os EUA
    • América Latina: Acordo Tripartite, 1979; TCA, 1978; Malvinas, 1982

       
       

Governo Figueiredo

  • Lei de Anistia, 1979
  • Retorno do pluripartidarismo, 1980
  • Eleições diretas para governadores, 1982
    • São Paulo: Franco Montoro
    • Rio de Janeiro: Leonel Brizola
    • Pernambuco: Miguel Arraes
  • Desespero da Linha Dura: Rio Centro, 1981
  • Dante de Oliveira, 1984, Diretas Já; não é aprovada por falta de quórum
  • Eleições indiretas

     
     

     
     

     
     

História do Brasil - 1954-1960

Café Filho

chanceler: Raul Fernandes

entreguista: SUMOC 113

revisão do Acordo Militar

visita de Café Filho à Bolívia (Madeira-Mamoré)

Carlos Luz

assume na doença de Café Filho

governo de 2 dias

tentativa de golpe

contra-golpe de gen. Lott

assume Nereu Ramos

Revolta de Jacareacanga

Aeronáutica contra a posse de JK

 
 

Anos JK

espírito conciliador:

anistia aos rebeldes

marechal Lott sustenta o governo

respeito aos movimentos sociais

manutenção da instrução 113

Política Externa

contexto geopolítico:

Coexistência Pacífica (conflitos intra-blocos)

Hungria

Cuba

Suez

Descolonização afro-asiática: Bandung, 1955

"Avanços e recuos"

descolonização: apoio da França, contra a Argélia, discurso a favor da descolonização.

Reatamento de relações comerciais com a União Soviética, em 1958;

 
 

Acordos de Roboré, 1958

(não é tratado, presença da Petrobrás na Bolívia, acordo de 1938)

Operação Pan-americana, 1958

  • "segurança econômica"
  • risco de ideologias alienígenas
  • primeira tentativa de concertação econômica latino-americana

conseqüências da OPA:

  • ALALC, 1960;
  • BID, 1961;
  • Aliança para o Progresso,

literatura:

Guimarães Rosa, 1958

poesia:

concretismo: irmãos Campos, paulista

música:

Bossa Nova: capitalismo associado: samba e jazz

cinema:

Cinema Novo, crítica social, Anselmo Duarte: O Pagador de Promessas

arquitetura:

Lucio Costa, Oscar Niemayer.

Redemocratização, 1945 - 1964

13/08/2008; 20:13

Hélio Jaguaribe (1950) - O nacionalismo na atualidade brasileira

 
 

Política Externa

americanismo x desenvolvimento

  • capitalismo associado (Dutra, JK)
  • nacionalista (Vargas, João Goulart)

 
 

promoção de distensão gradual

Manifesto dos Escritores

Manifesto dos Mineiros

oposição das elites a Vargas

1941-1949 - guinada popular de Vargas

criação do trabalhismo

eleições de 1945:

  • PSD (tenentes) - Dutra
  • UDN - Eduardo Gomes
  • Queremismo - Constituinte com Vargas - PTB
  • Legalização do PCB
  • Benjo Vargas é feito chefe de polícia, leva à deposição de Vargas

Instabilidade na democracia:

Guerra Fria;

Participação política dos militares;

 
 

 
 

Dutra

  • anticomunista (enfraquecimento dos sindicatos);
  • aproximação aos Estados Unidos;
  • extinção do PCB, 1947;
  • prioridade dos temas de segurança;
  • Pacto do Rio de Janeiro - TIAR, 1947;
  • OEA, 1948;
  • ESG, 1949;
  • ruptura de relações diplomáticas com a URSS

Alinhamento sem recompensas (Gerson Moura)

 
 

chanceler: Raul Fernandes

 
 

Plano SALTE

CHESF - hidrelétrica do Vale do São Francisco

 
 

Eleições de 1950:

UDN: Eduardo Gomes

PTB: Vargas

PSD: Cristiano Machado

 
 

Vargas

  •  
     

    - barganha nacionalista

    apoio aos temas de segurança

    busca de apoio ao projeto de desenvolvimento

    - Comissão Mista Brasil - Estados Unidos;

    - Acordo militar Brasil - Estados Unidos, 1952;

    - CNPQ;

     
     

  • (Eisenhower)
    • recusa de envio de tropas a Coréia;
    • BNDE;
    • instrução 70 da SUMOC (confisco cambial);
    • Lei de Remessa de Lucros;
    • Eletrobrás
    • Petrobrás - 1953

Crise política de 1920

Até então vigorava a Colméia Oligárquica, que consistia em:

  1. política dos governadores;
  2. Pacto de Vila Rica;
  3. Coronelismo;
  4. Comissão Verificadora.

 
 

Nas eleições presidenciais de 1922, os estados que buscavam maior representação federal uniram-se para romper a hegemonia de Minas Gerais e São Paulo.

Foi criado um movimento político de oposição - Reação Republicana - que lançou o nome do fluminense
Nilo Peçanha contra o candidato oficial, o mineiro Artur Bernardes.

O programa da Reação Republicana reclamava maior independência do Poder Legislativo frente ao Executivo, o fortalecimento das Forças Armadas e alguns direitos sociais do proletariado urbano.

 
 

Episódio das Cartas Falsas

  • campanha eleitoral, em outubro de 1921;
  • Nilo Peçanha faz publicar na imprensa carioca carta apócrifa atribuída a Artur Bernardes que continha insultos aos militares.

     
     

As eleições correm normalmente, em março de 1922. Vence Artur Bernardes.

 
 

18 do Forte de Copacabana

  • 5 de julho de 1922;
  • antecedentes:
    • contestação da eleição;
    • prisão de Hermes da Fonseca, 29 de junho;
    • fechamento do Clube Militar, 2 de julho;
    • nomeação de Pandiá Calógeras para ministro da Guerra;
  • unidades militares no Rio de Janeiro (tenente Eduardo Gomes) e em Mato Grosso se levantaram contra o governo.
  • início do Movimento Tenentista.

O governo decreta estado de sítio: censura da imprensa, prisão desterro de oposicionistas: tensão.

 
 

Levantes de 1924

  • o julgamento dos implicados nos levantes de 1922, em dezembro de 1923, fez agravar as tensões entre o Exército e o governo federal;
  • irrompe uma rebelião militar, em São Paulo, em 5 de julho de 1924;
  • comandada por:
    • major Miguel Costa,
    • general reformado Isidoro Dias Lopes,
    • tenente Joaquim Távora.
  • participam:
    • tenente Juarez Távora,
    • tenente Eduardo Gomes,
    • João Cabanas,
    • Filinto Müller,
    • Newton Estillac Leal.
  • tomada dos Campos Elíseos, no dia 8 de julho;
  • bombardeio da capital pelas forças legalistas;
  • fuga dos insurretos para o interior e, depois, para o Paraná;
  • no Rio Grande do Sul, inicia uma rebelião contra o governo estadual;
  • as duas forças rebeldes juntam-se em Foz do Iguaçu, em abril de 1925;
  • início da Coluna Prestes.

Anos 1920

Resumo: Os anos 1920 foram um período de agitação política, novos grupos sociais passaram a reclamar participação política e grupos tradicionais tiveram seu poder relativizado. Na década de 1920, havia uma preocupação evidente de se discutir a identidade da nação brasileira e os projetos de desenvolvimento para o país. Políticos, militares, empresários, trabalhadores, médicos, educadores, religiosos, intelectuais e artistas participaram da discussão. Por meio da literatura, da poesia, das artes plásticas, da música, os artistas e intelectuais modernistas tentaram elaborar uma representação da cultura brasileira que fosse ao mesmo tempo moderna - que tratasse de temas universais - e genuína - de modo a incorporar seu passado e suas tradições. O ano de 1922 é muito importante para a formação do Brasil contemporâneo, pois foi o ano em que houve a Semana de Arte Moderna, de 13 a 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo; a fundação do PCB, em 25 de março; e o início do Movimento Tenentista, com o episódio dos 18 do Forte de Copacabana, em 5 de julho.

 
 

"Nós não nos conhecemos uns aos outros dentro de nosso próprio país"

Lima Barreto, escritor carioca

 
 

Movimento Modernista

O Movimento Modernista não ficou restrito à Semana de Arte Moderna, tampouco a São Paulo

 
 

Oswald de Andrade:

Manifesto pau-brasil, 1924;

Manifesto antropofágico, 1928.

absorção crítica das influências externas.

  • futurismo;
  • dadaísmo;
  • surrealismo.

Centenário da Independência (agenda oficial comemorativa):

  • Exposição Universal (Rio de Janeiro);
  • Semana de Arte Moderna (São Paulo)

 
 

Verde-amarelos

  • retorno ao passado
  • manifesto Nhengaçu verde-amarelo, de 1929
  • contra a influência estrangeira
  • Olavo Bilac, Liga de Defesa Nacional; poeta-soldado
  • idéias incorporadas pelo Estado-Novo
  • "Originalidade ou Morte"
  • autoritarismo imprescindível

     
     

  • Plínio Salgado;
  • Cassiano Ricardo;
  • Menotti del Picchia;
  • Cândido Mota Filho;
  • Alfredo Élis.

     
     

  • Plínio Salgado funda a AIB, Ação Integralista Brasileira, em 1932
  • Cassiano Ricardo e Cândido Mota Filho tornam-se ideólogos do Estado Novo, na década de 1940

pensamento conservador:

Alberto Torres, 1865-1917

  • nacionalista,
  • defendia o fortalecimento do Executivo;
  • país com vocação essencialmente agrária;
  • soluções brasileiras e originais para os problemas do país;
  • O Problema Nacional Brasileiro;
  • A Organização Nacional;
  • As Fontes da Vida no Brasil.

Oliveira Viana, 1883-1951

  • Populações Meridionais do Brasil;
  • O Idealismo na Evolução Política do Império e da República;
  • A Evolução do Povo Brasileiro;
  • Problemas de Política Objetiva;
  • Raça e Assimilação;
  • Formação Étnica do Brasil Colonial;
  • Instituições Políticas Brasileiras

 
 

Modernismo Carioca

Manuel Bandeira

Graça Aranha

Canaã (1902): pré-modernista

diplomata,

A Estética da Vida (1921)

cerimônia de abertura da Semana de Arte Moderna;

Sérgio Buarque

revista Estética, 1924

 
 

Semana de Arte Moderna

Teatro Municipal de São Paulo, 13 a 17 de fevereiro de 1922

Ronald de Carvalho, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade, Oswald de Andrade

pintores:

Anita Malfati, Di Cavalcanti, Vicente do Rego Monteiro, Oswaldo Goeldi, John Graz, Zina Aita, Inácio da Costa Ferreira, João Fernando de Almeida Prado, Antônio Paim Vieira e Alberto Martins Ribeiro.

escultores:

Vitor Brecheret, Wilhelm Haerberg, Hildergardo Leão Veloso.

arquitetos:

Antônio Garcia Moya, Georg Przyrembel.

músicos:

Villa-Lobos, Guiomar Novaes, Ernani Braga, Frutuoso Viana, Paulina D'Ambrosio, Lucília Villa-Lobos, Alfredo Corazza, Pedro Vieira, Antão Soares, Orlando Frederico.

intelectuais e escritores:

Guilherme de Almeida, Agenor Barbosa, Plínio Salgado, Cândido Mota Filho, Renato de Almeida, Sérgio Buarque de Holanda, Paulo Prado, Henri Mugnier, Rubens Borba de Morais, Luís Aranha.

Gramática

Pontuação

 
 

CUNHA, C. & CINTRA , L. Nova Gramática do Português Contemporâneo, 3ª ed., Nova Fronteira, 2001.

Capítulo 21, pp. 643-669

 
 

Sinais pausais e sinais melódicos

A língua escrita não dispõe dos inumeráveis recursos rítmicos e melódicos da língua falada. Para suprimir esta carência, ou melhor, para reconstituir aproximadamente o movimento vivo da elocução oral, serve-se da pontuação.

SINAIS QUE MARCAM PAUSA

  1. vírgula (,)
  2. ponto (.)
  3. ponto-e-vírgula(;)

SINAIS QUE MARCAM MELODIA

  1. dois-pontos (:)
  2. ponto-de-interrogação (?)
  3. ponto-de-exclamação(!)
  4. reticências (...)
  5. aspas(" ")
  6. parênteses ( ( ) )
  7. colchetes ([ ])
  8. travessão ( - )

 
 

Sinais que marcam a pausa

 
 

VÍRGULA

 
 

A vírgula marca uma pausa de pequena duração. Emprega-se não só para separar elementos de uma oração, mas também orações de um só período.

 
 

No interior da oração:

  1. Separa elementos que exercem a mesma função sintática - sujeito composto, complementos, adjuntos -, quando não vêm unidos pelas conjunções e, ou e nem.

    ressalva

    Quando as conjunções e, ou e nem vêm repetidas numa enumeração, costuma-se separar por vírgula os elementos coordenados, e.g., Nem eu, nem tu, nem ela, nem qualquer outra pessoa desta história poderia responder mais. Machado de Assis

     
     

  2. Separa elementos que exercem funções sintáticas diversas, geralmente com a finalidade de realçá-los.
    1. para isolar o aposto, ou qualquer elemento de valor meramente explicativo

      Alice, a menina, estava feliz

      A meu pai, com efeito, ninguém fazia falta.

      Conheço, sim, o cansaço do nosso corpo.

       
       

    2. para isolar o vocativo

      Como é que tu te chamas, ó rapaz?

       
       

    3. para isolar os elementos repetidos

      Nada, nada - dizia Vilaça todo amável - cá o nosso solzinho português sempre é melhor.

       
       

    4. para isolar adjunto adverbial antecipado

      Lá fora, a chuvada despenhou-se por fim.

      ressalva

      Quando os adjuntos adverbiais são de pequeno corpo (um advérbio, por exemplo), costuma-se dispensar a vírgula. A vírgula é, porém, de regra quando se pretende realçá-los.

       
       

  3. Separa o nome do lugar, na datação de um escrito

    Paris, 22 de abril de 1983.

     
     

  4. Indica supressão de uma palavra ou de um grupo de palavras

    No céu azul, dois fiapos de nuvens.

    A tarde, de ouro pálido, e o mar, tranqüilo como o céu.

      
     

Entre orações

  1. Separa as orações coordenadas assindéticas

    Acendeu um cigarro, cruzou as pernas, estalou as unhas, demorou o olhar em Mana Maria.

     
     

  2. Separa as orações coordenadas sindéticas, salvo as introduzidas pela conjunção e

    Não comas, que o tempo é chegado.

    ressalvas

    1. separa-se por vírgula as orações coordenadas unidas pela conjunção e, quando têm sujeito diferente

      O sol já ia fraco, e a tarde era amena

       
       

    2. separa-se por vírgula as orações introduzidas por e, quando essa conjunção vem reiterada

      Comigo, o mundo canta, e cisma, e chora, e reza...

       
       

    3. conjunções adversativas

      mas emprega-se sempre no começo da oração;

       
       

      porém, contudo, todavia, entretanto e no entanto podem vir ora no início da oração, ora após um de seus termos; no primeiro caso, põe-se uma vírgula antes da conjunção, no segundo caso, ela vem isolada por vírgulas.

       
       

      o mesmo vale para as os períodos com orações coordenadas conclusivas, logo, portanto, por conseguinte, por isso

       
       

      Vá aonde quiser; fique, porém, morando conosco.

      Em virtude da acentuada pausa que existe entre as orações acima, elas são separadas por ponto-e-vírgula (é a pontuação que mais convém, p. 648)

       
       

  3. Isolar as orações intercaladas

    Se o alienista tem razão, disse eu comigo, não haverá muito que lastimar o Quincas Borba

     
     

  4. Isolar as orações subordinadas adjetivas explicativas

    Eu, que tinha ido ensinar, agora me via diante de trinta examinadoras.

     
     

  5. Separar as orações subordinadas adverbiais

    Quando se levantou, os seus olhos tinham uma fria determinação.

       
     

PONTO-E-VÍRGULA

 
 

  1. Separa, num período, as orações da mesma natureza que tenham uma certa extensão

    Não sabe mostrar-se magoada; é toda perdão e carinho

     
     

  2. Separa partes de um período, das quais uma, pelo menos, esteja subdividida por vírgula

    Era cedo ainda; mas, depois que saí da farmácia, fiquei ansioso por ver a casa de Mercedes, e com receio de encontrar alguém que me complicasse a vida

     
     

  3. Separa diversos itens de enunciados enumerativos

     
     

  4. Pode ser usado antes das conjunções adversativas e das conclusivas, colocadas no início de uma oração coordenada. O objetivo é acentuar o sentido adversativo (ou conclusivo) das referidas conjunções.

    Ele anda muito ocupado; por isso não tem respondido às suas cartas.

      
     

     
     

Sinais que marcam a melodia

 
 

DOIS-PONTOS

 
 

  1. Introduz citação
  2. Introduz enumeração explicativa

    Não fosse ele, outros seriam: pajens, gente de guerra, vadios de estalagens, andejos das estradas.

  3. Introduz esclarecimento, síntese ou conseqüência do que foi enunciado

    A razão é clara: achava a sua conversação menos insossa que a dos outros homens

 
 

KURY, Adriano da Gama Ortografia, Pontuação, Crase

 
 

VÍRGULA

 
 

  1. ENTRE OS TERMOS DE UMA ORAÇÃO
    1. Separa quaisquer termos coordenados assindéticos de uma função sintática composta, ou seja, formada de vários núcleos:

      Era um rapagão corado, forte, risonho

       
       

      Habitualmente, não se separam por vírgula os termos unidos pela conjunção e; pode usar-se a vírgula, porém, no polissíndeto, insto é, quando a conjunção vem repetida:

      E teus amigos, e nossos, versos, e nossos túmulos...

       
       

      A conjunção nem ora aparece precedida de vírgula, ora não:

      Nem experiência, nem intuição.

      Nada aconteceria nem a um nem a outro.

       
       

      No polissíndeto, é mais freqüente o uso de vírgulas:

      Não amava bailes, nem passeios, nem janelas.

       
       

    2. Isola o aposto:

      Pensava nos outros meninos vadios, o Chico Telha, o Américo, o Carlos das Escadinhas, a fina flor do bairro e do gênero humano.

       
       

      Quando é aposto enumerativo, em lugar da vírgula podem usar-se dois-pontos:

      No aeroporto, houve a abertura das malas, e verificou-se que quatro eram de cachorro: uma com roupas, outra com coleiras...

       
       

    3. Separa os predicativos de valor explicativos:

      Camilo, maravilhado, fez um gesto afirmativo.

      Homem de algumas letras, Anacleto organizou na vila o Partido Conservador.

       
       

    4. Isola o vocativo:

      Roda, meu carro, que é curto o caminho.

       
       

    5. Separa palavras e expressões de natureza explicativa, continuativa, conclusiva, retificativa, ou enfáticas, quais sejam:

       
       

      além disso, aliás, a saber, assim, bem, com efeito, como dizer, demais, ademais, depois, enfim, então, isto é, não, no mais, ora, ou melhor, ou seja, outrossim, pensando bem, pois bem, pois sim, por assim dizer, por exemplo, realmente, sim, também:

      Em suma, baile chinfrim.

      Elas, aliás, não gostavam de sair de carro.

      - Não, nunca o vi.

      Também, você está exigindo demais de seus semelhantes.

       
       

    6. Separa os adjuntos adverbiais, especialmente quando deslocados da sua posição habitual.

      Convém relembrar que a posição lógica do adjunto adverbial seria em seguida ao verbo que modifica:

      O Ministro viaja hoje.

      Hoje pela manhã, no "Vera Cruz", o Ministro viaja para Belo Horizonte.

       
       

      Quando é o adjunto de pequena proporção, mesmo deslocado, não é necessário isolá-lo por vírgula.

      Amanhã o Presidente embarcará para a França.

       
       

    7. Separa os termos repetidos, caso não haja entre eles outro sinal, como o ponto-de-exclamação ou as reticências:

      Mas nada, nada; tudo calado.

      Digo-lhe que eu ouvia distintamente umas vozes que me bradavam: assassino! assassino!

       
       

    8. Indica a supressão de uma palavra, embora seu uso não seja obrigatório:

      O pensamento é triste, o amor, insuficiente.

       
       

    9. Separa os nomes de lugar, nas datas:

      Rio de Janeiro, 18 de março de 1981.

       
       

  2. ENTRE AS ORAÇÕES

     
     

    1. Separa as orações coordenadas aditivas assindéticas:

      Agarrou-me, abraçou-me violentamente, molhou-me de lágrimas.

      Maluquices que vêm, fogem, tornam a voltar.

       
       

    2. Antes da oração coordenada aditiva sindética, quando seu sujeito é diferente do sujeito da oração anterior:

      A noite não acabava, e às vezes a miséria se reproduzia.

       
       

    3. Como recurso estilístico, para realçar a oração iniciada pela conjunção aditiva:

      Na véspera, deitara-se cedo, e sonhou.

      Tirou-a vagarosamente, e mostrou-me de longe.

       
       

    4. Separa as orações aditivas negativas iniciadas pela conjunção nem:

      Não lhe perdoou um só minuto de agonia, nem lhos pagou com uma só lágrima.

       
       

    5. Separa orações iniciadas pela conjunção e com valor adversativo (equivalente a mas):

      Tivera a felicidade entre as mãos, e a deixara fugir.

       
       

    6. Separa as orações iniciadas por conjunções coordenativas que não sejam e:

      Com a conjunção mas:

      Cuido que ele ia falar, mas reprimiu-se.

       
       

      Com outras conjunções:

      Perplexa, ora se voltava para as janelas, ora examinava o livrinho aberto.

      Não digo que não, porque o mundo não vai além da superfície das cousas.

       
       

    7. Separa as orações que interrompem o discurso direto:

      Vem cá, Eugênia, disse ela, cumprimenta o Doutor Brás Cubas, filho do Senhor Cubas; veio da Europa.

       
       

    8. Separa as orações adjetivas explicativas:

      Uma senhora grávida, cujo nome a ética nos obriga a omitir, ao ver de sua janela a passagem dos sete defuntos, ficou tão apavorada, que deu prematuramente à luz o seu bebê.

       
       

CASOS DE OMISSÃO OBRIGATÓRIA DA VÍRGULA

  1. Verbo e sujeito, seja este longo ou complexo, em ordem direta ou inversa, não são separados por vírgula:

    A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses.

     
     

  2. Verbo e objetos direto e indireto e predicativo, em ordem direta ou inversa, não são separados por vírgula:

    Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.

     
     

  3. Nome e seu complemento não são separados por vírgula:

O ataque dos americanos ao Iraque não teve legitimidade.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Reading Techniques

Use Your Hand to Pace Your Reading

Before we begin, here's a concept that you MUST understand about speed reading: shaving just a fraction-of-a-second off every page that your read will create a HUGE difference in your reading rate.

Even if you were able to shave just 1 second off the time it takes you to read a page that would still be FIVE minutes off a normal 300-page book!

So, it's not always necessary to aim for the spectacular. Just a little growth here and there will make a world of difference, even when it comes to something as basic as paging and pacing techniques…

When it comes to speed reading, learning to use your hands correctly and efficiently will require that you train yourself to accomplish the following 3 tasks:

1. Use your hands to guide and pace your eye movements through the text

2. Use your hands to force your eye to constantly scan through new information

3. Use your hands to prevent your eyes from repeatedly reading the same words

The Speed Reading Hand Motion

Although it may seem uncomfortable at first, the ideal use of the hands of a right-handed person would be to use your left hand to pace your reading and your right hand to turn the pages.

To begin reading, place your hand at the start of a line. Move your hand towards the right hand margin. Make sure to focus your eyes upon the text that your hand is pointing towards.

When you reach the end of the current line, move your hand to the start of the next line. Repeat this method to the end of the page. To make paging faster, make sure that your right hand is always positioned at the top right hand corner of the book.

Go ahead and practice this movement. You don't need to worry about reading any of the text, just practice the hand motion and paging techniques for now. Make sure that you are able to rapidly move through the pages of your book.

Believe it or not, you can reach the place where your reading speed explodes to the point that your paging and pacing hands will have a hard time just trying to keep up!

In my next part of this course, I will show you how you can begin improving your comprehension of text so that when you begin reading at the higher speed you will actually have a BETTER understanding of the text that you did at your lower reading speeds!

Here's something that you don't hear everyday… You CAN comprehend details better at higher speeds!


 

This is not a prank. In fact, if you will spend the next few moments reading through this email I'll teach you some valuable insights into how you can begin improving your comprehension by leaps and bounds within just minutes.

The key to instantly increasing your comprehension of any book and any topic is to get familiar with the following universal publication tips. (Yes, these tips apply to almost every publication and can be applied immediately)

1. The first and last chapters of a book introduce and summarize its contents.

2. The first and last paragraph in a chapter introduce and summarize the contents of that particular chapter

3. Some books (such as text books and even most translations of the Bible) contain topic and summary sentences within their structure with introduce and summarize its contents

4. The VERBS and NOUNS of a sentence offer the most important information.

5. Be aware and sensitize yourself (through practice) to the use of negative words. Negative words (such as 'not', 'no', 'can't'…etc) can reverse the meanings of large groups of words – so keep a lookout for them.

6. By the same token, you also need to keep an eye out for the conditional tense. Conditional tense words (such as 'could', 'if', 'should'…etc) can also affect or change the meanings of a large body of words.

The book's format

In today's lesson, I'm going to give you just a few more tips on how you can use a book's format to further increase your comprehension.

Don't skip over reading the front and rear jackets of a book. These can really give anyone valuable insights into why the book was written and thus give you some insight into what you can expect.

By the same token, always check out the book's forward and introduction. Oftentimes these overlooked segments can remove a lot of the confusion that arises when you have no idea about the authors intended direction BEFORE you begin reading.

ALWAYS read the table of contents. It's the author's outline and will prime your brain to his writing style and thus improve your understanding of his book's structure.

Don't just let the words ramble on in your mind. Make an effort to actively read the book. This means that you should continuously be asking yourself questions about what you've just read. Attempt to summarize the information you've just read at frequent intervals. By doing this you will soon discover your current level of comprehension and recall.

Devour charts and diagrams. If your book contains these features make sure that you stop and take time to actually understand the drawings and diagrams. Spending a few extra moments contemplating these features will ultimately increase your overall reading speed because you will have a clear visual representation of the information you've just read.

Make use of the glossary and index usually found at the end of most books.

The Art of Skimming

Today I'm going to show you an exciting part of any speed reading program. It's called skimming.

Although it doesn't actually involve 'reading' in the traditional sense of the word, it DOES allow you to experience some of the thrill of rapidly devouring vast amounts of information at blistering speeds.

If you are able to, it is always best to 'skim' any book before you read it. (Whether you will be reading it at high speed or normal speed)

When you are skimming, what you are really looking for is the format of the book you will be reading. It helps to give you visual clues to what you can expect and it allows you to compensate for some of those challenges.

At this point, let me take a moment to define what my definition is of skimming.

The process of skimming is nothing but the exercise of going through the ENTIRE book you plan to read (or speed read) at a rate of about TWO to THREE SECOND PER PAGE - MAXIMUM!

When you skim, here are some of the details that you are looking for…

Font and type sizes used

The presence or absence of chapters

The presence or absence of columns

The presence or absence of headings/sub-headings

Parts of the book

Diagrams and pictures

Any unusual or helpful features

Armed with the information that you acquire from skimming, you will be amazed at how DRAMATICALLY it influences your reading speed – even without using some of the other speed-reading technology out there.

Different Types of Reading

How would you like to know the secret techniques to master different types of reading? Well, that's EXACTLY what I'm here to show you today!

Are you just reading for pleasure? Do you need to study? Are you reading to develop a new skill? Here is a quick reference guide to how YOU can get the most out of your reading experience by using a few simple guidelines.

PLEASURE READING

Do not skim or review the materials. Simply read at a comfortable rate. :-)

HOBBY AND SPECIAL INTEREST

Perform a short skim, and review.

Spend the majority of the time reading.

STUDYING

Spend about half the time reading and half the time skimming and reviewing materials. Do NOT over-read.

Read once through a chapter at your best comprehension speed, (highlight areas of confusion by placing a light pencil mark next to them – but do NOT stop at this point) then skim and review the materials. Lastly, return to the areas that require a more in depth analysis and work through them.

MAXIMUM POTENTIAL READING

Spend 70% of your time reviewing materials, and 10% skimming. Only read 20% of the time. Use the reading skills that you've learnt during this email course to locate key information. Place your emphasis on taking notes and studying.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Anos 1930

História Geral - Anos 1930

06/08/2008; 18:47

Fascismos

origem:

  • crise
    • 1ª Guerra;
    • 1929;
  • zeitgeist: soluções autoritárias

    opção da burguesia: temor de perda de bens por uma eventual revolução proletária

 Alemanha - 1933

Hindenburg convida Hitler a tornar-se Chanceler

 
 Itália - 1922

Marcha sobre Roma 

características:

  • anticomunismo;
  • antiliberalismo;
  • autoritarismo;
  • unipartidarismo;
  • mobilização das massas
    • propaganda;
    • censura;
    • culto ao líder;
    • nacionalismo
  • militarismo expansionista;

 diferenças

  • corporativismo;
  • perseguição étnica.

Estado Unidos

New Deal: Intervencionismo

  • contenção de superprodução ;
  • contenção de subconsumo;
  • obras públicas; TVA
  • NIRA, AAA;
  • incentivo aos sindicatos;
  • regulamentação financeira

  

Socialismo Social Democracia

Capitalismo

Regimes autoritários

URSS

Alemanha (III Reich)

Espanha (franquista)

Itália

Democracias liberais

Alemanha (Weimar)

Espanha

  

Estados Unidos

Reino Unido

 
 

 Política externa do III Reich

  • remilitarização da Renânia;
  • incentivo a indústria bélica;
  • Wehrmacht/Luftwaffe;
  • retirada da Liga;
  • denuncia o Diktat;
  • anschluss;
  • Guerra Civil Espanhola. 

Reação do Reino Unido e França:

Política do Apaziguamento: Pensamento Idealista

Teoria das Relações Internacionais

debates:

  1. idealistas (liberais) x realistas
  2. tradicionalistas x behavioristas
  3. realistas x liberais x marxistas

    (limite da chatice)

    positivistas (neos) x pós-positivistas

 
 1917 - Aberystwyth - País de Gales - surgimento da disciplina

1ª cadeira de Relações Internacionais

  • motivo do estudo: Guerra
  • característica: normativa (dever ser)
  • base filosófica:
    • Kant (LIBERALISMO)
      • racionalidade
      • esclarecimento do indivíduo
      • indivíduo como o centro
      • teleologia da natureza
      • Paz Perpétua (resultado do uso da racionalidade; comércio com via)
    • Norman Angell, 1910 - A Grande Ilusão

      (a guerra não é benéfica)

    • Woodrow Wilson (14 pontos)
  • corolário idealista: crença nas instituições: fazem os Estados agirem com racionalidade: benefício final é para o indivíduo
  • malogro da Sociedade das Nações

 1939 - Vinte Anos de Crise, CARR, Edward H. (REALISMO)

  • crise da teoria
  • normatividade dos idealistas
  • Estados (não indivíduos)
  • self-help: interesse próprio
  • sobrevivência
  • anarquia: não há órgão superior com poder coercitivo sobre os Estados
  • soberania
  • base filosófica:
    • Tucídides
      • anarquia
      • não há moral na guerra
    • Maquiavel
      • raison d'État: moralidade do indivíduo não se aplica ao Estado
      • os fins justificam os meios
    • Hobbes
      • os Estados vivem em estado de natureza
  • HANS MORGENTHAU, A Política Entre as Nações, 1948

    proposição das Relações Internacionais como ciência

    princípios:

  1. o mundo é regido por leis objetivas e universais
  2. os Estados agem conforme a razão
  3. o limite dos valores morais é a prudência
  4. valores morais não são universais
  5. o que importa é quanto poder tem um Estado
  6. o poder é relativo entre os Estados

behavioristas, anos 1950:

quantificação

previsibilidade para a Guerra Fria

  

NEOLIBERAIS

  • reconhecem o egoísmo dos Estados
  • os Estados estão no centro do interesse
  • instituições podem alterar o cálculo estratégico dos Estados
  • Teoria dos Jogos

NYE, Joseph & KEOHANE, Robert Power and Interdependence, 1977

NEOREALISTAS

WALTZ, Kenneth, Theory of International Politics, 1979

  • influência behaviorista: quantificação
  • análise sistêmica
  • jogo de bilhar

      

MARXISTAS

  • classes internacionais
  • classes de Estados

CONSTRUTIVISMO

  • interação de estrutura e agente

WENDT, Alexander, Social Theory of International Politics, 1999

  • resposta ao livro Theory of International Politics, de Waltz

ONUF, Nicholas.

ESQUERDA

DIREITA

livre arbítrio

determinismo

ética

política

intelectual

burocrática

PEB - República

Lista de Chanceleres

Lista do MRE

antecedentes:

Alexandre de Gusmão

Questões lindeiras

Tratado de Madri, 1750

(princípio do uti possidetis, ita possideatis)

  • União Ibérica, 1580-1640,
  • bandeiras, entradas, monções,
  • Mapa das Cortes

 
 Política Externa Joanina

  1. intervencionismo no Prata

1811, 1817-1821, e.g.:

  1. Banda Oriental, 1811
  2. Província Cisplatina, 1821
  • relação com a Grã-Bretanha
    • abertura dos Portos, 1808
    • Tratados de Amizade, Navegação e Comércio, 1810 

Política Externa do I Reinado

  • Guerra da Cisplatina, 1825-1828
    • movimento de autonomia uruguaio,
    • tentativa de incorporação por Buenos Aires,
    • criação do Uruguai
  • Reconhecimento da Independência
    • fait accompli,
    • malogro: reparações a Portugal, não-incorporação de colônias de Portugal,
    • mediação britânica: Missão Stuart, Missão Gordon,
    • Lei Feijó, 1831,
    • Tratados Comerciais com a Grã-Bretanha,
    • aplicação do princípio da nação mais favorecida: extensão da alíquota de 15% aos demais países, queda na arrecadação, crise

      financeira: Tarifa Bernardo Pereira de Vasconcelos

Política Externa do II Reinado

  • Tarifas Aves Branco, 1844;
  • Bill Aberdeen, 1845;
  • Lei Eusébio de Queiroz, 1850;
  • Prata
    • 1828-1850, imobilismo
    • 1850-1187, intervencionismo
  • Livre navegação do Rio Amazonas, 1866, declaração unilateral
  • imigração: 1850 

República

Barão do Rio Branco

transição: paradigma americanista

advogado do Brasil nas pendências lindeiras:

Palmas, arbitragem, Cleveland; antes, em 1890, Quintino Bocaiúva assina Tratado de Montevidéu, em que sedia todo o território em litígio;

Amapá, França (la Blache), Suíça, cartografia;

Guiana, Rui Barbosa, Vitorio Emanuel, divisão salomônica;

Chancelaria de Rio Branco, 1902-1912

Aiquiri boliviano

"Oligarquia de Repúblicas": Pacto ABC;

Americanismo bolivariano x Americanismo monroísta

Brasil adota o monroísmo: não apóia a Doutrina Drago, que era contra o bloqueio naval à Venezuela

Liga das Nações

presidente: Artur Bernardes, chanceler: Félix Pacheco

Brasil participa da I Guerra 

Paz de Paris (Epitácio Pessoa é o representante brasileiro)

 
Brasil é membro fundador da Liga

 Plano Dawes, 1924

recuperação econômica

Acordo de Locarno, 1925

reinserção política 

Dutra

Guerra Fria: 1ª fase, Bipolaridade Rígida

Doutrina Truman (política de contenção), 1947

alinhamento ideológico

cassação do PCB, acusações soviéticas, rompimento de relações com a URSS, 1947

TIAR, 1947;

OEA, 1948.

Vargas

Letícia: Peru e Colômbia (mediação brasileira), 1934;

Chaco: Paraguai e Bolívia (mediação brasileira), 1935.

 "eqüidistância pragmática"; "autonomia na dependência" 

Acordo Comercial Brasil - Estados Unidos (assimetria de concessões); 1935

Câmara de Comércio Compensado Brasil - Alemanha, 1936 

Política da Boa Vizinhança, Roosevelt, 1934 

Participação brasileira na II Guerra Mundial

(Pearl Harbour, 7/12/1941)

Conferência do Rio de Janeiro, jan/1942

(consulta de ministros; Junta Interamericana de Defesa; neutralidade de Argentina e Chile;

 Acordos de Washington, mar/1942 

  •  empréstimo de US$ 100 mi para financiar o projeto da CSN;
  • crédito de US$ 200 mi para renovação das Forças Armadas;
  • Comissão Mista, base norte-americana em Natal

Vargas II

  • retomada do pragmatismo: recusa de envio de tropas a Coréia;
  • Eisenhower, eleito em 1953, afastamento da América Latina;
  • manutenção da Comissão Mista Brasil - Estados Unidos;
  • Acordo Militar 

Café Filho

  • instrução 113 da SUMOC;

JK 

  • Plano de Metas;
  • capitalismo associado;
  • rompimento com o FMI;
  • formulador da política externa de Juscelino, Augusto Frederico Schmidt, fora do Itamaraty, OPA;
  • OPA: segurança econômica;
  • criação do BID Banco Interamericano de Desenvolvimento, com sede em Washington;
  • ALALC, Tratado de Montevidéu, 1960, ambiciosa, Juscelino e Frondizi;
  • Aliança para o Progresso, 1961, Kennedy

PEI

  • universalismo
  • independência
  • autonomia  
  1. Afonso Arinos;
  2. San Tiago Dantas;
    1. abstenção do Brasil na votação para expulsar Cuba da OEA
  3. Araujo Castro;
    Discurso dos 3 Ds na Assembléia Geral da ONU, 1963
  •  condecoração de Che Guevara, 1961;
  • abstenção do Brasil na votação de expulsão de Cuba da OEA;
  • condenação ao colonialismo, frágil pelo apoio a Portugal;
  • Aliança Para o Progresso, Kennedy, Cuba;

Período militar

  1. Castello Branco, 1964-1967

    chanceler: Vasco Leitão da Cunha, Juracy Magalhães

    Diplomacia dos círculos concêntricos: "Passo fora da cadência"

  • Envio de tropas à República Dominicana, pela OEA, 1965

fragilidade econômica internamente

  1. Costa e Silva, 1967-1969

    chanceler: Magalhães Pinto

    Diplomacia da Prosperidade

    AI-5

  2. Médici, 1969-1974

    chanceler: Mário Gibson Barboza

    Diplomacia do Interesse Nacional

    crise do Petróleo

    fim do padrão Bretton Woods

    Détente

    Milagre Econômico

    1. multilateralismo:
      1. África: Ítalo Zappa, Ovídio de Mello

       
       

  3. Geisel, 1974-1979

    chanceler: Azeredo da Silveira

    Pragmatismo Responsável e Ecumênico

    II PND, petrodólares

    energia:

    Acordo Nuclear com a Alemanha;

    Itaipu;

    Proálcool

    problemas com Direitos Humanos: Jimmy Carter

    Angola: UNITA, MPLA

    Moçambique: FRELIMO.

  4. Figueiredo, 1979-1985

    chanceler: Saraiva Guerreiro

  • ALADI;
  • Acordo Tripartite
  1. Sarney, 1985-1989

    chanceler: Olavo Setúbal

    redemocratização

    Constituição de 1988

    integração regional

    Consenso de Washington, 1988 

Direitos Humanos

Viena, 1993

indivisibilidade dos direitos,

universalidade

Gilberto Sabóia: relator

PEB - Primeiro Reinado 1822-1831

Principal interesse da política externa de d. Pedro: Reconhecimento da Independência

 
 

Reconhecimento do Império

 
 

MEDIAÇÃO BRITÂNICA

(Caldeira Brant é o representante brasileiro em Londres)

 
 

George Canning é o secretário do Foreign Office.

  • Brasileiros diziam reivindicar apenas a manutenção do status anterior

    de Reino Unido, alcançado em 1815;

  • D. Pedro é aclamado Imperador, em 12 de outubro de 1822, negando

    a alegação dos representantes brasileiros;

  • A partir desse ato, haveria que se reconhecer a independência total do Brasil;
  • Isso implica uma necessidade maior da mediação britânica;
  • Ao mesmo tempo, supunha-se necessário a manutenção da estabilidade

    interna para que o reconhecimento tivesse legitimidade; isso explica a

    violência da repressão à Confederação do Equador, em 1824, que era republicana e federalista;

  • A intransigência de Portugal (das Cortes, sobretudo) tornava difícil o reconhecimento da independência por parte das demais nações;
  • Pelo princípio da legitimidade dinástica, entre os reinos pertencentes à Santa Aliança, não haveria reconhecimento sem o aval da Coroa portuguesa;
  • Canning favorece o reconhecimento dos novos países latino-americanos para obter vantagens políticas e comerciais para o Reino Unido;
  • Canning antecipa-se à Coroa espanhola e reconhece antes dela a independência do México, Colômbia e Buenos Aires; com isso, obriga Portugal a reconhecer o Brasil;
  • Em virtude dos velhos tratados - Tratado de Whitehall, 1661 - a Grã-Bretanha estava obrigada a defender Portugal contra o ataque de qualquer potência estrangeira;
  • Se Portugal desejava que a Grã-Bretanha continuasse a tratar o Brasil como uma colônia, não poderia, ao mesmo tempo, invocar uma cláusula referente a defesa contra países: seria o reconhecimento automático da independência;
  • O Tratado de Navegação e Comércio, de 1810, previa uma revisão, em 1825, em que poderia ser revogado

Brasil - Estados Unidos

Proclamação da República

antes, o Brasil estava sob a esfera de influência da Grã-Bretanha

 
 

  • Barão do Rio Branco

    americanismo pragmático

    "unwritten alliance"Bradford Burns;

     
     

     
     

    década de 1930:

    Estado Unidos: Política da Boa Vizinhança

    hard power: esforço constante

    soft power: demorado

    • reunião de chanceleres

    Vargas

    Eqüidistância Pragmática

    CSN, 1941

    lend lease

    envio da FEB

     
     

    Dutra

    americanismo ideológico

     
     

    Vargas

    • Petrobras, 1953
    • acordos militares

       
       

    Juscelino

    • OPA

       
       

    Política Externa Independente

    • China, URSS, África
    • condecoração a Che Guevara

     
     

    Golpe de 1964

    • apoio norte-americano
    • alinhamento
    • passo fora da cadência: envio de tropas à República Dominicana, OEA, 1965
    • investimento dos EUA

     
     

    Pragmatismo Responsável e Ecumênico

    • universalização das parcerias
    • retomada dos princípios da PEI
    • atritos: Direitos Humanos; Meio ambiente; Não-proliferação (Discurso de Araujo Castro na Assembléia Geral: Tese do Congelamento de Poder Mundial, 1971)

       
       

    Década de 1980

    • pressões: Direitos Humanos, Meio Ambiente, não-proliferação
    • dívida brasileira
    • novos temas de comércio
    • comércio: Seção 301 do código comercial norte-americano: free trade for free traders
    • redemocratização

       
       

    Década de 1990

    • liberalização econômica
    • privatizações
    • Regimes internacionais:
      • TNP
      • San José
      • Viena
      • CNUMAD
    • aspectos negativos
      • falta de transparência institucional para investimentos
      • poucas privatizações
      • protecionismo NAMA do Brasil
      • Estados Unidos
        • subsídios
        • BNTs
        • picos tarifários
      • Balança comercial
        • 1990-1998: déficit leve
        • 1998-2008: superávit
      • OMC
        • algodão
        • G-10 x Países desenvolvidos
      • ALCA
        • exclui a possibilidade de subsistência do Mercosul
    • ONU
      • CS: proximidade: estabilidade internacional
      • AG: afastamento: Brasil é periférico

         
         

    • Lula
      • boas
      • melhora em 2004 com a Condoleezza Rice: necessidade de político
      • Estados Unidos: Diálogo estratégico (China, Índia, Rússia, Japão e Brasil) discordâncias
      • Acordo sobre etanol: apoio a produção no Haiti
      • Fórum de Altos Executivos
      • Conselho de Segurança
      • Petróleo: IV frota
      • Guerra ao Terror